sábado, maio 12, 2012

Maringá promove "Terço na Praça" a N. S.de Fátima

Maringá, PR, 11 mai (SIR/Gaudium Press) - A Arquidiocese de Maringá, no estado do Paraná, através do seu Conselho Missionário Arquidiocesano (Comidi) promoverá nesta sexta-feira, 11, o Terço na Praça, no Centro da cidade, na Praça Raposo Tavares.

Tradicionalmente o terço é realizado no dia 13 de maio, quando a Igreja Católica celebra o Dia de Nossa Senhora de Fátima, mas como dia 13 será o domingo do dia das mães, a organização optou por antecipar o evento. O "Terço na Praça" aconteceu pela primeira vez no ano de 2004 e já está na sua nona edição, visa homenagear Nossa Senhora de Fátima, além de evangelizar e valorizar a religiosidade popular. A escolha da Praça Raposo Tavares se deu pela centralidade dela e pelo grande fluxo de pessoas que a frequentam.
Segundo Lilian Paladini, membro do Comidi, é importante ressaltar essa questão da valorização da religiosidade popular. "Em 2004, nós do Comidi atendendo às diretrizes gerais da evangelização na exigência do anúncio resolvemos promover e incentivar a religiosidade popular trazendo o terço para a praça, e isso com o apoio de vários outros grupos da nossa arquidiocese", afirmou.
Entre os organizadores do "Terço na Praça" estão os Arautos do Evangelho que estarão presente ao evento com sua bela imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria, como apareceu em Fátima. O início do terço está previsto para as 18hs. Em seguida será realizada a procissão luminosa com a imagem de Nossa Senhora de Fátima em direção à Catedral de Maringá. É por isso que os organizadores do ato pedem que os participantes levem velas. Mas a organização do evento destaca ainda que a oração do terço não será um ato isolado. Durante todo o dia jovens integrantes de diversas pastorais e movimentos católicos estarão realizando uma abordagem nos arredores da praça e no terminal de ônibus urbano e em vias públicas como meio de anunciar a Palavra de Deus e de evangelizar.
De acordo com relatos e depoimentos recebidos pela comissão organizadora do evento, a abordagem na praça tem atingido eficazmente muitas pessoas que estão passando pela rua e são convidadas a proclamar o terço mariano. O exemplo dos jovens que participam desse gesto de devoção mariana tem devolvido o vigor da prática da oração, além de ser uma resposta positiva ao pedido que Nossa Senhora de Fátima faz, em suas aparições, de que a prática da oração do terço seja incentivada. "Se queres ter paz, reze o terço todos os dias".

sábado, maio 05, 2012

No coração de Deus: Queres ser curado?...

No coração de Deus: Queres ser curado?...: Nos trilhos do nosso quotidiano já todos fomos feridos e já todos ferimos. O essencial não é pois fazer a contabilidade e ver se estamos e...

sexta-feira, maio 04, 2012

Símbolos da JMJ à caminho de Brasília


Brasília, 04 mai (SIR/GP) - Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude já estão próximos da capital brasileira. Nos dias 12 e 13 de maio, Brasília acolherá a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora.
O Setor da Juventude contará com o apoio de mais de 600 jovens voluntários de todo o Distrito Federal. Brasília se unirá ao seleto grupo constituído por mais de 100 dioceses brasileiras que receberam a visita dos símbolos da JMJ.
A Cruz e o Ícone de Nossa Senhora chegarão no dia 12 em caravana da cidade de Porangatu (Goiás) até Brazlândia, uma das cidades satélites de Brasília, onde serão acolhidos pelo Santuário Menino Jesus de Praga. A esplanada dos ministérios, o seminário Nossa Senhora de Fátima e a Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, serão alguns dos principais locais por onde peregrinarão os símbolos da JMJ.

NOTICIA: CNBB quer revitalizar Concílio Vaticano II

Por José Maria Mayrink


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiu, em sua última assembleia geral, reunida em Aparecida na segunda quinzena de abril, aproveitar a comemoração dos 50 anos do Concílio Vaticano II para revitalizar as reformas que, sob a liderança dos papas João XXIII e Paulo VI, revolucionaram a vida da Igreja no século 20.

Em vez de apoiar a proposta de convocação de um novo concílio, o Vaticano III, objeto de uma petição com mais de 10 mil assinaturas, enviada a João Paulo II em 2002, os bispos preferem refletir sobre os documentos do Vaticano II, para refletir sobre seus valores, corrigir eventuais exageros e adaptar a legislação da Igreja às circunstâncias e exigências do mundo de hoje.

“Não é o caso de reunir um novo concílio, mas sim de retomar e viver em profundidade o Vaticano II, aquilo que se propôs Bento XVI, que foi teólogo perito do concílio”, disse o cardeal-arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, coordenador do Grupo de Trabalho para as comemorações do cinquentenário. Reviver o Concílio, observou o cardeal, significa “progredir na determinação na aplicação de suas decisões”, em sintonia com o papa.

O arcebispo da Paraíba, d. Aldo Pagotto, contrário à proposta de um novo concílio, afirma que é necessário voltar à fonte, para valorizar as riquezas do Vaticano II e combater os excessos que surgiram em nome da modernidade, como, por exemplo, a “politização da liturgia”. Questões como o celibato dos padres. a ordenação de mulheres e o acesso dos recasados à participação plena na eucaristia, não justificariam um novo concílio, “porque essas são questões já dirimidas por João Paulo II e Bento XVI e estão fora de discussão”.

Mesmo bispos que assinaram a petição de 2002 - foram 25 no Brasil, entre eles o cardeal d. Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo - descartam a necessidade de um novo concílio nos moldes do Vaticano II. “Receio que um concílio formal agora, na conjuntura atual, leve a posições mais retrógradas”, disse o bispo de Jales (SP), d. Demétrio Valentini. Dez anos atrás, ele aderiu ao movimento internacional Proconsil, que nasceu na Espanha e ganhou milhares de adesões pelo mundo afora.

Tendência. D. Demétrio defende uma posição que coincide com a do Proconcil atualmente - a recuperação da “conciliariedade”, que significa valorização das conferências episcopais. As conferências, argumenta, tornaram-se instrumentos de retransmissão do governo central da Igreja, em vez de serem agentes de adaptação, para darem respostas adequadas às necessidades do mundo. “Isso implicaria em incentivar as dioceses a abrir as portas para a participação dos leigos e particularmente das mulheres”, observou d. Demétrio.

É um campo de ação que, segundo o bispo de Jales, não depende de um concílio formal. “Pode-se ouvir os bispos pela internet, pois a tecnologia abre a possibilidade, para a prática eclesial, de envolver todos os católicos na participação da vida da Igreja”, explicou d. Demétrio. Membro do conselho sinodal do Sínodo da América, que reuniu bispos do continente com o papa em Roma, em 1997, ele propõe que o sínodo - “uma miniatura de concílio” - seja deliberativo, em vez de só oferecer subsídios para o papa.

A coordenadora internacional do Proconcil, Emilia Robles, esclareceu, respondendo ao Estado por e-mail, que o movimento não está pedindo ao papa a convocação de um concílio tradicional. “Não o propomos agora como uma panaceia, mas também não nos assustaremos se ele vier a ocorrer”, afirmou.

Mais que um evento, o Proconcil sugere um processo que supõe a participação de toda a Igreja, o desenvolvimento da conciliaridade ou valorização de espaços como conferências de bispos, sínodos, assembleias e conselhos paroquiais.

Dois bispos brasileiros, hoje eméritos, que assinaram a petição por um novo concílio em 2002, desistiram da ideia, porque o atual episcopado, de perfil conservador e submisso à Cúria Romana, levaria a um retrocesso em relação às conquistas do Vaticano II. Os dois pediram para não serem identificados, “para não magoar os irmãos” que estão na ativa. “Melhor não inventar moda”, comentou o arcebispo emérito de Porto Velho (RO), d. Moacyr Grechi, outro signatário da petição que agora apoia a proposta da CNBB.

A sugestão de convocação de um novo concílio foi feita pela primeira vez pelo cardeal Carlo Maria Martini, então arcebispo de Milão, no sínodo dos bispos europeus, em 1999.

quinta-feira, maio 03, 2012

MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA

Formações

Nossa Senhora Aparecida - Padroeira do Brasil

Nossa Senhora Aparecida é aclamada Padroeira do Brasil
No ano de 1717, Dom Pedro de Almeida e Portugal, Conde de Assumar, passou na então Vila de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, com destino a Minas Gerais.

A Câmara local, empenhada em receber tão grande autoridade, cuidou de preparar um banquete à altura da importante visita. Para tanto, pescadores locais foram convocados a trazer muito peixe para o conde e sua comitiva. A ordem foi prontamente atendida pelos pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso, que lançaram suas redes no porto de Itaguaçu (no rio Paraíba). Seus esforços revelaram-se inúteis. Fizeram uma segunda tentativa, próximo a Guaratinguetá. Dessa vez, para surpresa deles, a rede trouxe uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Após mais alguns lançamentos da rede, conseguiram a parte que faltava à escultura. Lavaram cuidadosamente a imagem e envolveram-na em panos, prosseguindo a pesca. Tantos peixes vieram à rede que tiveram de finalizar seus trabalhos. Filipe Pedroso, homem piedoso, guardando as redes, levou a imagem para casa. Era, de fato, uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, feita de terra-cota, de cor escura.

O pescador ficou com esta imagem em seu poder durante 15 anos. Quando mudou-se para Itaguaçu, deixou-a com seu filho Atanásio, que construiu um singelo oratório-capela, local em que amigos e vizinhos se encontravam para rezar o terço. Então, iniciam-se os prodígios. Certa noite, durante a oração do terço, as velas, que iluminavam a imagem, apagaram-se subitamente, sem que houvesse nenhuma corrente de ar que justificasse tal acontecimento. Uma senhora chamada Silvana Rocha dirigiu-se ao altar para acendê-las novamente. Foi então que tudo se aclarou, as velas se acenderam novamente, sem intervenção de ninguém. Outro acontecimento que mereceu registro foi o de um escravo, de nome Zacarias, que dirigiu-se a Virgem para lhe suplicar que o libertasse do jugo de um senhor cruel. Grande milagre sucede: caem-lhe das mãos as correntes de ferro, sinal de sua condição de escravo. Nossa Senhora atendera seus rogos. Assim, Zacarias tornou-se um homem livre e feliz. As correntes do escravo começaram a enriquecer o acervo dos milagres. E cada vez mais foram aumentando as graças concedidas por Nossa Senhora. Era imperioso construir-se uma capela maior num local mais adequado e maior.

O vigário de Guaratinguetá pediu licença ao então Bispo do Rio de Janeiro e, uma vez escolhido o Morro dos Coqueiros como lugar mais apropriado, em 1743 se iniciou a construção de uma espaçosa capela, que ficou concluída em 1745. No dia 26 de julho, na Festa de Santana, foi benta e celebrou-se a primeira Santa Missa. E as romarias foram-se multiplicando. A capela foi diversas vezes reformada e aumentada, até que, em 1846, começou a ser substituída pela atual. Aos 8 de dezembro de 1888, o novo santuário foi bento e inaugurado pelo Bispo D. Lino Rodrigues de Carvalho.

Em 1894, chegam os Missionários Redentoristas, que iniciaram um admirável trabalho de evangelização e acolhida dos peregrinos. E difundiram por todo o País a devoção a Senhora Aparecida.

No dia 8 de setembro de 1904, Dom José de Camargo Barros colocou sobre a imagem da Virgem uma coroa de ouro e pedras preciosas doada pela Princesa Isabel. O 25º aniversário da coroação da imagem, em setembro de 1929, foi de um brilho inigualável. Grandes romarias, belas celebrações e um Congresso Mariano demonstraram o afeto que a Nação inteira devotava a Virgem Aparecida. Nas sessões deste congresso, os fiéis manifestaram o desejo de que Nossa Senhora Aparecida fosse declarada Padroeira do Brasil. O Papa Pio XI, sensível aos anseios do povo brasileiro, assinou a 16 de julho de 1930 o decreto em que proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira da Nação Brasileira. Diz o decreto: 'Declaramos e constituímos a Beatíssima Virgem Maria concebida sem mancha, sob o título de Aparecida, Padroeira de todo o Brasil.'

Em 1931, a imagem visitou a então Capital Federal, a cidade do Rio de Janeiro, pela iniciativa do Cardeal D. Sebastião Leme.

Mais de um milhão de fiéis, aclamaram Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil.

Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora Aparecida foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar a tantos romeiros. Por iniciativa dos Missionários Redentoristas e dos senhores Bispos, teve início no dia 11 de novembro de 1955 a construção da atual Basílica Nova, o maior Santuário Mariano do mundo.

Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo II e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional.

FORMAÇÃO: O Bom Pastor



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O Bom Pastor

Ensina-nos o exercício da autoridade  
Na Palavra de Deus encontramos a expressão “Bom Pastor”, fazendo referência a Jesus Cristo. Mas Jesus não é apenas um pastor com qualificado de “bom”. Ele é também verdadeiro, autêntico e totalmente preocupado com a vida e a dignidade de Suas ovelhas. Ele ultrapassa o nível da bondade, doando a vida pelos Seus. 
Ao olharmos para a figura do Bom Pastor, de Jesus Cristo, devemos olhar para a figura de cada autoridade, para aquelas constituídas no serviço do povo. Servir é um dom, é querer o bem e a prosperidade de quem é servido, superando todo tipo de atitude egoísta, de exploração e desempenho no poder de agir.
Estamos em ano eleitoral outra vez. Está na hora de trabalhar para identificar quem tem atitudes de bom pastor, de serviço e de doação, desinteressada, para com as pessoas mais sofridas. A decisão está nas mãos dos eleitores, de escolher, com o voto consciente, quem realmente vai respeitar e agir em benefício do bem comum e do povo.

Sofremos o peso da corrupção e do descaso para com as pessoas menos favorecidas. Os pobres são sugados no momento do voto. São comprados com dinheiro e com promessas utópicas e esquecidos pela gestão pública. É por isso que não podemos agir como cegos e sem liberdade, vendendo nossa capacidade de decidir.
Jesus Cristo é o Pastor que veio trazer vida plena para todos, diferente daqueles que vêm para roubar, sacrificar e destruir as pessoas. Está aí o grande contraste entre o falso e o verdadeiro pastor. O falso é mercenário, que cuida só dos próprios interesses. O verdadeiro pastor se sacrifica para o bem das ovelhas.
É interessante observar que a má autoridade tem medo do povo e não trabalha, com determinação, para que ele seja organizado e o deixa continuar ignorante para não ter força de ação, ficar sempre de longe e não se envolver. A boa autoridade é aquela que convive e sente as dificuldades do povo e trabalha para o seu bem.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo eleito de Uberaba - MG

quarta-feira, maio 02, 2012

Evangelho (João 12,44-50)

 Quarta-Feira, 2 de Maio de 2012

Santo Atanásio

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 44Jesus exclamou em alta voz: “Quem crê em mim não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. 45Quem me vê, vê aquele que me enviou. 46Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
47Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. 48Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras já tem o seu juiz: a palavra que eu falei o julgará no último dia. 49Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele é quem me ordenou o que eu devia dizer e falar. 50Eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que eu digo, eu o digo conforme o Pai me falou”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
 
Para Jesus, no Evangelho que João nos apresenta, vida significa luz. Vida e luz são duas palavras que reclamam uma pela outra na sua própria pessoa. Jesus é a luz e a vida do mundo. São João nos faz crer em alguma revelação do próprio Divino Mestre: “E a vida era a luz dos homens”.
Vida é o mesmo que luz. Ele é a luz dos homens, e, assim, Ele é a vida deles, dos quais é luz. Desse modo, quando se diz “vida”, pode se dizer Salvador. Vida não de Si mesmo, mas de outros, dos quais também é luz. Essa vida existe no Verbo de Deus de uma maneira inseparável.
João está retomando, com novos esclarecimentos, temas já apresentados no seu Evangelho: a unidade com o Pai que O enviou. Crer n’Ele e vê-Lo é crer e ver Aquele que O enviou; o que Jesus fala é o que o Pai ordenou; Jesus é a luz que brilha nas trevas, é a luz do mundo, já anunciada no prólogo e retomada no discurso durante a Festa das Tendas. O julgamento não será feito por Jesus, mas, sim, pela acolhida ou rejeição de Suas Palavras.
Jesus, em união com o Pai, veio comunicar a todos a vida eterna; a participação nela é opção de cada um. Deus conta com nossa adesão na fé e com nosso dom de amor a serviço da vida, a qual, assumida em Deus, é eterna.
“Pai Santo, que enviaste o Seu Filho ao mundo não para condená-Lo, mas para salvá-Lo, faz com que eu – carregado de misérias – jamais perca a confiança e, triste e desanimado, não me afaste do Senhor. Infunda o Seu Espírito no mais íntimo de mim. Que, iluminado pela Sua luz, eu ganhe força e coragem para retomar o caminho. As Suas Palavras, por vezes, são duras, mas sei que, com elas, apenas quer recuperar-me, salvar-me e me dar auxílio para que não perca a vida eterna que me preparaste. Sei que o Senhor é benevolente, mesmo quando se mostra severo. Por isso, imprima, no meu coração, as Palavras do Seu Filho para que possa saborear – hoje, amanhã e sempre – a Sua salvação.
Amém.
Padre Bantu Mendonça