sábado, fevereiro 25, 2012

Textos da Liturgia 26/02/2012 - 1°. Domingo da Quaresma

A RESTAURAÇÃO DA HUMANIDADE EM CRISTO E O BATISMO

1ª leitura: (Gn 9,8-15) Dilúvio e aliança com a humanidade – O dilúvio é o símbolo do juízo de Deus sobre este mundo. Mas repousa sobre este também sua misericórdia, simbolizada pelo arco-íris. Deus faz uma aliança com Noé e sua descendência, isto é, a humanidade inteira. Apesar do mal, Deus não voltará a destruir a humanidade. É significativo que esta mensagem foi codificada no tempo do declínio do reino de Judá! A fidelidade de Deus dura para sempre. * 9,8-11 cf. Gn 6,18; Os 2,20; Is 11,5-9; 54,9-10; Eclo 44, 18[17b-18]; Rm 11,29 * 9,12-15 cf. Ez 1,28; Ap 4,3.

2ª leitura: (1Pd 3,18-22) Dilúvio e batismo – 1Pd caracteriza-se por seu teor de catequese batismal. O batismo inclui a transmissão de credo. 1Pd 3,18–4,6 contém os elementos do primitivo credo: Cristo morreu e desceu aos infernos (3,18-19), ressuscitou (3,18.21), foi exaltado ao lado de Deus (3,22), julgará vivos e mortos (4,5). Tendo ele trilhado nosso caminho até a morte, nós podemos seguir seu caminho à vida (3,18). O batismo, antítipo do dilúvio, purifica a consciência e nos orienta para onde Cristo no precedeu. * 3,18 cf. Rm 5,6; 6,9-11; Is 53,11; Rm 1,3-4 * 3,20 cf. Gn 6,8–7,7; 2Pd 2,5–3,21 cf. Rm 6,4; Cl 2,12-13 * 3,22 cf. Ef 1,20-21; Cl 1,16-18.

Evangelho: (Mc 1,12-15) Tentação de Jesus no deserto e começo de sua pregação – O batismo de Jesus, sua “provação” no deserto e o fim do ministério do Batista significam o fim da preparação de Jesus. Aproxima-se a grande virada do tempo: Jesus anuncia a boa-nova do Reino de Deus. – A tentação no deserto transforma-se em situação paradisíaca: Jesus é o novo Adão, vencedor da serpente. Seu chamado à conversão é um chamado à fé e à confiança. * 1,12-13 cf. Mt 4,1-11; Lc 4,1-13; Is 11,6-9; Sl 91]90],11-13 * 1,14-15 cf. Mt 4,12-17; Lc 4,14-15; Gl 4,4; Rm 3,25-26.

***

O mal tem muitas faces e, além disso, uma coerência interior que faz pensar numa figura pessoal, embora não identificável no mundo material. Chama-se “satanás”, o adversário; ou “diabo”, destruidor. Está presente desde o início da humanidade. As águas do dilúvio representavam, para os antigos, um desencadeamento das forças do mal. Mas quem tem a última palavra, na criação, é o amor de Deus. Deus não quer destruir o homem, ele impõe limites ao dilúvio e não mais voltará a destruir a terra (1ª leitura). No fim do dilúvio, Deus repete o dia da criação, em que ele venceu o caos originário, separou as águas de cima e de baixo e deu um lugar ao homem para morar. Faz uma nova criação, melhor que a anterior, pois acompanhada de um pacto de proteção. O arco-íris, que no fim do temporal nos alegra espontaneamente, é o sinal natural desta aliança. Oito pessoas foram preservadas, na arca de Noé. Elas serão, graças à aliança, o início de uma nova humanidade.

Deus oferece novas chances. Incansavelmente deseja que o ser humano viva, mesmo sendo pecador (cf. Ez 18,23). Sua oferta tem pleno sucesso com Jesus de Nazaré. Este é verdadeiramente seu Filho (Mc 1,11). Impelido por seu Espírito, enfrenta no deserto as forças do mal – Satã e os animais selvagens –, mas vence, e os anjos do Altíssimo o servem (evangelho). Vitória escondida, como convém na 1ª parte de Mc. Nos seus 40 dias de deserto, Jesus resume a caminhada do povo de Israel e antecipa também seu próprio caminho de Servo de Javé. Por sua fidelidade na tentação, alcança um novo paraíso. Nas próximas semanas, o acompanharemos em sua subida a Jerusalém, obediente ao Pai. Será a verdadeira prova, na doação até a morte, morte de cruz. E “por isso, Deus o exaltou”... (cf. Fl 2,9).

Jesus, porém, não vai sozinho. Leva-nos consigo. Ele é como a arca que salvou Noé e os seus através das águas do dilúvio. Com ele somos imersos no batismo e saímos dele renovados, numa nova e eterna Aliança. Ao fim da Quaresma, serão batizados os novos candidatos à fé. A imagem da arca, apresentada pela 2ª leitura, está num contexto que menciona os principais pontos do credo: a morte de Cristo e sua descida aos ínferos (para estender a força salvadora até os justos do passado); sua ressurreição e exaltação (onde ele permanece como Senhor da História futura, até o fim). Batismo é transmissão da fé.

Portanto, a liturgia de hoje é como o início de uma grande catequese batismal, e isso mesmo é o sentido da Quaresma: prepararmo-nos para o batismo, que é a participação na reconciliação que o sacrifício de Cristo por nós operou (cf. Rm 3,21-26; 5,1-11; 6,3; etc.). Mergulhar com ele na provação que nos purifica. Também os que já foram batizados participam disso, pois, enquanto não tivermos passado pela última prova, estamos sujeitos a desistências. Mas, como à humanidade toda, no tempo de Noé, também a cada um, batizado ou não, Deus dá novas chances: eis o tempo da conversão. Nisso consiste a expressão de seu íntimo ser, que é, ao mesmo tempo, bondade e justiça: “Ele reconduz ao bom caminho os pecadores, aos humildes conduz até o fim, em seu amor” (salmo responsorial). Por essa razão, todos os batizados renovam, na celebração da Páscoa, seu compromisso batismal.

Anima a liturgia de hoje um espírito de confiança. Ora, confiança significa entrega: corresponder ao amor de Deus por uma vida santa (oração do dia). Claro, devemos sempre viver em harmonia com Deus, correspondendo a seu amor, como num novo paraíso. Na instabilidade da vida, porém, as forças do mal nos surpreendem desprevenidos. Mas a Quaresma é um “tempo forte”, e neste devemos aplicar a nós mesmos a prova do nosso amor, esforçando-nos mais intensamente por uma vida santa.


QUARESMA, REGENERAÇÃO

Celebramos o 1º domingo da Quaresma. Muitos jovens nem sabem o que é a Quaresma. Nem sequer sabem o que significa o Carnaval, antiga festa do fim do inverno no hemisfério norte, que, na Cristandade, tornou-se a despedida da fartura antes de iniciar o jejum da Quaresma...

A Quaresma (do latim quadragesima) significa um tempo de quarenta dias vivido na proximidade do Senhor, na entrega a ele. Depois de batizado por João Batista no rio Jordão, Jesus se retirou no deserto de Judá e jejuou durante quarenta dias, preparando-se para anunciar o Reino de Deus (evangelho). Vivia no meio das feras, mas os anjos de Deus cuidavam dele. Preparando-se desse modo, Jesus assemelha-se a Moisés, que jejuou durante quarenta dias no monte Horeb (Êx 24,18; 34,28; Dt 9,11 etc.), a Elias, que caminhou quarenta dias alimentado pelos corvos até chegar a essa montanha (1Rs 19,8). O povo de Israel peregrinou durante quarenta anos pelo deserto (Dt 2,7), alimentado pelo Senhor.

Na Quaresma deixamos para trás as preocupações mundanas e priorizamos as de Deus. Vivemos numa atitude de volta para Deus, de conversão. Isso não consiste necessariamente em abster-se de pão, mas sobretudo em repartir o pão com o faminto e em todas as demais formas de justiça – o verdadeiro jejum (Is 58,6-8). A Igreja viu, desde seus inícios, nos quarenta dias de preparação de Jesus uma imagem da preparação dos candidatos ao batismo. Assim como Jesus depois desses quarenta dias se entregou à missão recebida de Deus, os catecúmenos eram, depois de quarenta dias de preparação, incorporados em Cristo pelo batismo, para participar da vida nova. O batismo era celebrado na noite da Páscoa, noite da Ressurreição. E toda a comunidade vivia na austeridade material e na riqueza espiritual, preparando-se para celebrar a Ressurreição.

A meta da Quaresma é a Páscoa, o batismo, a regeneração para uma vida nova. Para os que ainda não receberam o batismo – os catecúmenos –, isso se dá no sacramento do batismo na noite pascal; para os já batizados, na conversão que sempre é necessária em nossa vida cristã: daí o sentido da renovação do compromisso batismal e do sacramento da reconciliação neste período. É nesta perspectiva que compreendemos também a 1ª e a 2ª leitura, que nos falam da purificação da humanidade pelas águas do dilúvio e do batismo.

(O Roteiro Homilético é elaborado pelo Pe. Johan Konings SJ – Teólogo, doutor em exegese bíblica, Professor da FAJE. Autor do livro "Liturgia Dominical", Vozes, Petrópolis, 2003. Entre outras obras, coordenou a tradução da "Bíblia Ecumênica" – TEB  e a tradução da "Bíblia Sagrada" – CNBB. Konings é Colunista do Dom Total).

A identidade da Vida Consagrada. Seminário da CRB

Evento promovido pela Conferência dos Religiosos do Brasil - CRB, reúne em Itaicí, Indaiatuba, SP, cerca de 400 religiosos e religiosas de todo o país e tem como tema “A loucura que Deus escolheu para confundir o mundo”.


Pe. Carlos Palácio (Foto: CRB)
“Onde nos encontramos neste momento histórico? Qual é o futuro da Vida Religiosa?”, perguntou padre Carlos Palácio, provincial dos Jesuítas no Brasil e vice-presidente da CRB Nacional, em conferência que abriu o segundo dia de trabalhos, no Seminário Nacional sobre a Vida Consagrada, na manhã desta sexta-feira, 24. Para o assessor, a Vida Consagrada e Apostólica hoje, não apresenta uma identidade clara. Muitos de seus membros se sentem cansados, outros estacionados, outros ainda, buscam uma auto-realização o que é contraditório. “Isso não está nos livros, mas nas pessoas que são livros vivos. É para esta situação que temos de dar respostas”, afirmou.

Segundo padre Palácio, “não faltam motivos para nos sentirmos cansados”, contudo, “a Vida Religiosa, se fundamenta no Evangelho e, enquanto houver gente apaixonada por Jesus Cristo, haverá Vida Religiosa”. Na opinião do teólogo, as congregações têm dificuldades em lidar com essa situação. Para enfrentar esse mal estar é preciso olhar a história. “É por não saber quem somos que não temos a clareza dentro e fora das nossas comunidades”. E acrescentou: “gastamos a maior parte das nossas energias em administrar a nossa diminuição numérica, o envelhecimento e peso das instituições”.

Na sua exposição, o jesuíta insistiu na necessidade de se resgatar o núcleo da identidade da Vida Religiosa e Apostólica. “Quem somos? A Vida Consagrada não é uma réplica da vida leiga cristã, nem da vida monástica, mas uma vida peculiar que capta elementos comuns da vida cristã e faz deles uma síntese. Disso surge uma espiritualidade”, destacou.

Na sequência, para elucidar a identidade da Vida Religiosa, padre Palácio recorreu ao Evangelho segundo Marcos (3, 13-14). Para ele, nesse texto, o evangelista reúne três elementos que revelam o núcleo identitário da Vida Consagrada, que são: a experiência do chamamento gratuito; a descoberta de ser chamado para estar com Jesus; e, o ser enviado em missão.

Nesse sentido “o importante é captar os três aspectos que não podem ser tomados separados, mas intimamente unidos. A experiência do encontro e da relação pessoal com Jesus dá essa identidade. É uma percepção única de um modo de viver. Se faltar um desses aspectos, a nossa vida começa a desmoronar”, afirmou. Para ele, essa é a mística que alimenta a Vida Consagrada.

A Missão
“A Missão não é fazer coisas, mas dar a vida e é impossível realizar uma Missão que dê vida sem que esteja enraizada na experiência de amor a Jesus Cristo. É isso que será capaz de unificar a nossa vida”, argumentou.

Padre Palácio destacou ainda que, “a Missão não cabe dentro do recolhimento e da paz monástica caso contrário, ela ficaria desfigurada”. Deveríamos fazer uma avaliação honesta e transparente dos 50 anos de pós Concílio Vaticano II, das suas conquistas, perdas e impasses. “Nem tudo o que foi assumido pela Vida Consagrada foi digerido evangelicamente”, sublinhou.

O teólogo concluiu a sua exposição com alguns questionamentos para suscitar um ‘olhar positivo e confiante’: “Estamos verdadeiramente convencidos que o principal problema da Vida Religiosa é mais de espírito do que de administração? É possível resgatar a paixão e o entusiasmo pelo que há de novo e original no estilo de Vida Religiosa e Apostólica? Temos consciência de que ainda persiste uma desarticulação entre vida e missão?”, foram alguns das perguntas colocadas. “A redescoberta da identidade está em nossas mãos. A tradição só é viva quando faz viver e nós estamos cheios de tradições mortas”, concluiu.

Na segunda parte da manhã, Irmã Annette Havenne, SM, psicóloga e formadora, aprofundou o tema e destacou a importância de viver e transmitir a paixão pela Vida Religiosa e Consagrada com convicção.

“A Vida Religiosa e Consagrada é uma loucura e faz loucuras porque nasce de uma paixão, paixão por Jesus e pelos valores do reino. Esta paixão é resposta a outra paixão bem maior, à inexplicável paixão de Deus pela humanidade”, destacou a religiosa. Em sua opinião, se olharmos o núcleo identitário da Vida Religiosa na perspectiva de um itinerário vocacional, “vamos constatar que não basta um ideal religioso, social ou humanitário como motivação, mas o re-encanto consciente por Jesus Cristo e a proposta do discipulado”.

Para Irmã Annette, a segunda convicção decorre da primeira. “Uma paixão autêntica é comunicativa, contagiante. Viver hoje o núcleo da identidade significa pensar como nos ajudamos a alimentar esta paixão e a transmiti-la para as novas gerações de consagradas e consagrados”.

Mística, comunidade e missão é o tripé que sustenta a Vida Religiosa Apostólica. “O que nos caracteriza, o que faz nossa identidade de religiosas e religiosos é como nós queremos ser comunidades de irmãs e irmãos em vista da missão e partilhar entre nós a experiência do rosto de Deus que se revela nesta missão”, argumentou.

O Seminário que acontece desde ontem, dia 23, encerra suas atividades nesta segunda-feira, 27, com sugestões para a XXIII Assembleia Geral Eletiva da CRB marcada para julho de 2013 em Brasília – DF.

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Noticia

Psicóloga é obrigada a negar a fé cristã


Curitiba, 20 fev  - Segundo a denúncia do site Nação Pró-família o CRP (Conselho de psicologia) do Paraná deu um prazo de 15 dias para que a psicóloga Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé Cristã ameaçando-a de cassação.
A psicóloga cristã Marisa Lobo publicou uma imagem sua em frente ao Conselho Regional de Psicologia do Paraná lendo uma Bíblia, enquanto aguardava para ser ouvida pelas fiscais do CRP deste estado, e afirmou na rede social que estava lendo "seu manual de ética" enquanto aguardava. A foto virou motivo de escândalo e Marisa recebeu ultimato do Conselho para que retire de seus perfis em mídias sociais toda e qualquer menção à sua crença pessoal de fé.
 Caso a psicóloga se negue a fazê-lo terá seu registro profissional cassado. As denúncias contra ela teriam sido feitas por ativistas homossexuais e outros favoráveis à legalização das drogas. A psicóloga cristã preside o movimento "Maconha Não" que é um movimento criado para lutar contra a legalização da Maconha e de quaisquer outras drogas ou substâncias psicoativas que venham prejudicar a saúde mental, física e social do ser humano.
O movimento conta com o apoio de deputados federais de todo o país. Segundo as duas fiscais que receberam Marisa Lobo, a sua postura de declarar-se psicóloga e cristã, assumindo-a nas redes sociais, além dos seus questionamentos ao conteúdo do polêmico kit gay que seria distribuído nas escolas públicas do Brasil, supostamente feriam o conselho de psicologia por estar "induzindo pessoas a posições contrárias ao homossexualismo e a convicções religiosas".
"Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base le gal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé", relata Marisa. "Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé", partilhou.
"Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tenho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão." Segundo recolhe Nação Pró-família, as autoridades do CRP-PR disseram à psicóloga coisas como:

"Você não tem o direito, não pode se dizer Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética."

"Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga".

"Você não pode se dizer psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia".

"Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs."

"Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência", relata Marisa.

"Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro".

"Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório" mas "como psicóloga não"", destacou Marisa.

"Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse: "Você não precisa ser cassada pode abandonar a psicologia"".

Marisa disse que não abandonaria sua profissão e recebeu do conselho a seguinte ordem: "então deixe de falar de seu Deus de sua fé."

"Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação", disse a psicóloga cristã.

Marisa Lobo afirmou que tem 15 dias para tirar das redes sociais tudo que a vincule à religião, mas já avisou: "Não nego minha fé".
SIR/ACI, 20/02/2012

Comentários


Angela Inês Castro de Aguiar | 22/02/2012 09:15
Parabens, Marisa estou com você, não negue sua fé jamais, Deus é maior que essas fiscais preconceituosas, quem deveria ser cassada é estas fiscais que esquecem que vivem em um pais democratico. como elas falam de psicologia sem respeitar a liberdade das pessoas, como ser fiscal de psicologia sem ética. Marisa continue firme porque a psicologia sem a fé é uma obra morta. A psicologia e a fé unidas é fazem as pessoas crescerem, claro que o terapeuta não induz ninguem a nada muito menos a um seguimento religioso seja ele qual for, mas o terapeuta tem direito de expressar sua fé sim, principalmente fora do consultorio. Marisa força que Deus te abençõe e te guarde, não desista nem da sua fé e nem da psicologia pois você é um instrumento de Deus no resgate da vida e da dignidade. um grande abraço. que Deus te proteja sempre.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

noticas

Livro explica aspectos jurídicos de acordo entre Brasil e Vaticano


Brasília, 13 fev - O presidente do Senado, José Sarney, participou na noite de quinta-feira, 9, do lançamento do livro Acordo Brasil-Santa Sé Comentado.
A cerimônia de lançamento ocorreu no Salão Nobre do Senado. Coordenado por dom Lorenzo Baldisseri e por Ives Gandra Filho, o livro traz textos explicativos sobre o acordo assinado pelo papa Bento XVI e o então presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, em 2008. Ives Gandra Filho, que também é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), disse que o desafio na produção do livro foi fazer o levantamento dos aspectos jurídicos do acordo.
O ministro agradeceu aos artífices do acordo e a todos os colaboradores do livro. Ele ainda elogiou a vontade política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o acordo se concretizasse. Dom Lorenzo Baldisseri agradeceu a cessão do Salão Nobre para a cerim?nia de lançamento do livro e disse que a obra é de interesse de advogados, estudantes e profissionais que lidam com relações internacionais. Ele destacou que o acordo abre horizontes de cooperação entre o Brasil e a Santa Sé. Na visão de dom Lorenzo, o lançamento do livro também é uma forma de despedida, já que nesta semana volta para o Vaticano, para assumir o cargo de secretário para a Congregação dos Bispos. “O coração está partido, mas voltar à terra natal também traz alegria”, declarou dom Lorenzo, que está completando 39 anos fora da Itália, prestando serviços à Igreja Católica. Sarney disse que era uma honra para o Senado receber o lançamento do livro sobre o acordo Brasil-Santa Sé.
O presidente elogiou o trabalho e a persistência de dom Lorenzo na realização do livro e na luta pelo acordo. De acordo com Sarney, o acordo evidencia um "laicismo positivo". O lançamento foi acompanhado por senadores; minist ros do Supremo Tribunal Federal (STF); e pelo o arcebispo-emérito de Brasília, José Freire Falcão; do secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, além padres e freiras.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

De que tamanho é sua fé?


Postado por: homilia

fevereiro 9th, 2012 Jesus e os Seus discípulos estavam sob uma considerável pressão, pois a hostilidade dos judeus intensificava-se. Assim, o Mestre e os Seus seguidores retiraram-se para as fronteiras de Tiro e Sidônia e, não querendo que alguém soubesse disso, o Senhor entrou numa casa onde esperava encontrar alguma privacidade.
Mas, significativamente, Jesus não pode ficar escondido, porque a Sua mensagem era demasiado maravilhosa e os Seus feitos demasiado poderosos para serem ocultados.
Trata-se do Sumo Bem personalizado em Jesus, por isso, não se pode esconder seja a quem for. Sua fama precedia-O aonde quer que Ele fosse.
Dentro dessa visão, uma mulher com o coração despedaçado O procura e O descobre. Ela era de origem cananeia, isto é, tinha raízes pagãs. A mulher estava extremamente aflita devido ao fato de sua filha estar possuída por um demônio que lamentavelmente a atormentava.
Tendo em vista o pedido que queria fazer, esta mãe ansiosa seguiu Cristo e os que O acompanhavam, tendo–Lhe rogado que tivesse compaixão dela e curasse a sua filha. Muitos pensam que o Senhor a tratou de uma forma descuidada, quase rudemente. No entanto, esse ponto de vista não tem qualquer fundamento.
Uma análise mais cuidadosa revela que Cristo conhecia a qualidade da alma dessa mulher e Ele a desafiou a amadurecer. De um modo maravilhoso, o Mestre colocou vários obstáculos no caminho da cananeia. E cada um destes obstáculos ela superou com uma fé radiante. Finalmente, Jesus exclamou: “Ó mulher, grande é a tua fé!” e Ele curou a sua filha sem nem sequer ter colocado os olhos sobre a criança. Que qualidades caracterizavam a fé dessa mulher, a ponto de receber tão grande elogio por parte do Salvador?
Ela, embora com antecedentes pagãos, tinha obviamente conhecimento em relação ao Filho de Deus. Isso é evidenciado pelo fato de ela tratar Jesus como “Senhor, filho de Davi”.
Onde teria ela aprendido sobre o Filho de Deus? Teria ela ouvido alguém falar sobre Ele? Teria ela viajado para a Galileia, estando presente entre as multidões que O seguiam? Essas perguntas devem permanecer sem resposta. O fato é que ela acreditou.
Jesus ensinou em uma ocasião: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á.”. As formas verbais denotam ação contínua, persistência. Essa senhora encantadora entendeu bem esse princípio, tanto que a sua fé era da mais tenaz.
Conforme sugerido anteriormente, com a intenção de aumentar e testar a sua fé, o Senhor colocou pequenas barreiras no caminho dessa mulher, mas ela as superou uma a uma. Isso é uma evidência clara da percepção divina de Cristo, que penetrava através da essência da alma dessa mulher. Ela era uma pessoa forte, mas este encontro com o Filho de Deus a tornaria ainda mais forte.
Os discípulos sugeriram que Cristo concedesse apressadamente o pedido da mulher para que ela os deixasse em paz. Com certeza, essa foi a intenção do pedido feito pelos discípulos. E isso está claramente implícito na natureza da resposta dada pelo Senhor. Jesus respondeu que Ele havia sido enviado apenas às ovelhas perdidas da casa de Israel. E isso excluía essa mulher gentia. Mas ela não desistiu!
Cristo disse-lhe: “Deixa que primeiro se fartem os filhos; porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Muitos se queixam de que nessa ocasião o Senhor usou uma linguagem ofensiva aos gentios, mas o termo grego utilizado para a palavra “cães” é diminutivo, significando um pequeno cachorrinho de estimação. A expressão não é áspera como poderia parecer.
Então, essa mulher perseverante “agarrou-se” ao significado da palavra “primeiro”. Sendo certo que ela reconheceu a prioridade dos judeus no plano do Deus, claramente ela detectou a inferência de que os gentios no futuro também receberiam a benevolência do Salvador, tendo pensado provavelmente: “Por que não agora?”
Desse modo, com um argumento brilhante, ela contrapôs: “Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Ela ficaria satisfeita com apenas uma migalha da mesa do seu Mestre. Que grande mulher! Ela agarrou-se firmemente à Misericórdia Divina, não sendo de admirar que o Salvador tivesse elogiado a sua grande fé!
Embora a mulher siro-fenícia tivesse rogado ao Senhor dizendo: “Tem compaixão de mim”, de fato, o pedido foi para a sua filha. A sua paixão estava tão dirigida para a sua filhinha que ela colocou de lado quaisquer necessidades pessoais e sentimento ede orgulho e implorou pelo bem-estar da sua criança aflita. A história de um espírito tão disposto ao sacrifício é deveras refrescante nestes dias, quando o abuso infantil é um drama tão comum.
Essa mulher entendeu bem o conceito de que uma fé sem obras está morta. Embora não lhe tivessem pedido para executar nenhum ato específico de obediência, quando Cristo visitou a sua região, ela buscou-O, seguiu-O, adorou-O, apelou para Ele e argumentou com Ele. Se ela tivesse atuado segundo a premissa de que “contanto que acredite que isso seja assim, assim será”, a sua filha teria permanecido na mesma situação deplorável.
É uma grande verdade que, segundo o Novo Testamento, nenhuma pessoa foi alguma vez abençoada por causa da sua fé pessoal, sem que essa fé tivesse sido manifestada em ações.
Quão triste teria sido se esta estimável mulher tivesse raciocinado do seguinte modo: “Sou gentia, uma mera mulher sem nenhuma reputação. Quem sou eu para receber qualquer bênção deste importante Nazareno?” Tivesse sido esse o caso, ela não teria pedido e, por conseguinte, não teria recebido!
Essa mulher anônima deve inspirar a minha e a sua fé. A sua fé resoluta e destemida faz com que Jesus, por intermédio dela, diga também a mim e você neste dia: “Grande é a tua fé!”
Padre Bantu Mendonça

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

comentário

Amados Irmãos e Irmãs Católicos, não se afligem com estas acusações falsas e sem noção de quem não tem o fazer a não ser ter inveja do povo de Deus, perseguir o povo de Deus. o Vaticano não é corrupto, nunca foi e nunca será. Agora quem quer falar mal da Igreja de Jesus Cristo que fale, a lingua do homem é felina e sempre desde os primordios foi assim até de Jesus Cristo, o Filho de Deus, falaram mal, imagine se de nós mortais não vão falar. A Igreja fundada por Cristo, não vai perecer, venha o que vier, Jesus mesmo disse que as portas do inferno não prevalecerão contra ela, perseguida ou não a Igreja vive e reina pois Deus é seu fundador. Por isso a Igreja é Santa e pecadora. Santa pois seu fundador é o Santo dos Santos, o Rei dos Reis Nosso Senhor Jesus Cristo e pecadora pois nós somos pecadores, mas o Espirito Santo de Deus sempre quando nós erramos Ele vem nos ajudar a voltar, a reconhnecer o nosso erro e mudar, melhorar. Portanto meus Amados(as), fiquemos tranquilos, pois Deus nãodeixará sua Igreja perecer. um abraço com carinho e com a benção de Deus e a intercessão de Maria Mãe de Deus e nossa. Amém

Vaticano rejeita acusações de corrupção

Vaticano rejeita acusações de corrupção


Cidade do Vaticano, 06 fev  – Os responsáveis pelo Governatorato da Cidade do Vaticano rejeitaram neste sábado as acusações de corrupção e má gestão do Estado, falando em suspeitas “infundadas”.
 Em comunicado, o emérito e o atual presidente desta instituição, bem como o seu secretário e subsecretário reagiam com “amargura” à publicação, nos meios de comunicação social de duas cartas que dirigidas ao Papa pelo arcebispo Carlo Maria Viganò, secretário-geral do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano entre julho de 2009 e outubro de 2011, quando em que foi nomeado núncio [embaixador] nos EUA.
"Estas alegações são fruto de julgamentos errados ou baseados em conjeturas sem fundamento", pode ler-se na nota oficial, assinada pelo card. Giovanni Lajolo, presidente emérito, e o arcebispo D. Giuseppe Bertello, atual responsável máximo pelo Governatorato, às críticas ao que chamam de “jornalismo pouco sério”.
A presidência do Governatorato exprime “plena confiança” nos membros do comitê de finanças e gestão, bem como nas várias direções e colaboradores, qualificando como “infundadas” as suspeitas e acusações recentemente lançadas. Segundo estes responsáveis, as afirmações contidas nas missivas “não podem deixar de dar a impressão”, que consideram errada, de que o Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano, “ao invés de ser um instrumento de governabilidade responsável, é uma entidade não confiável, presa a forças obscuras".
Após admitir “perdas relevantes” por causa da crise financeira internacional, o comunicado diz que a gestão do Vaticano passou a ter resultados positivos em 2010, em larga medida, “pelos excelentes resultados” dos seus Museus. No sétimo e último ponto do documento, todo o Governatorato reafirma uma “firme vontade comum de continuar a empregar todas as forças ao serviço do Sumo Pontífice, com total fidelidade e integridade”.