quarta-feira, maio 16, 2012

Notícias Religião

Comunidade Shalom recebeu aprovação pontifícia dos seus estatutos

Roma, Itália, 16 mai (SIR/ACI) - Na última sexta-feira, dia 11 de maio, a Comunidade Shalom, recebeu das "mãos da Igreja" seus Estatutos definitivos através do Pontifício Conselho para os Leigos – PLC. Agora a comunidade católica fundada no Brasil há 30 anos é uma Associação Internacional Privada de Fieis.
Ao discursar no PLC, Moysés Azevedo, Fundador e Moderador geral da Associação relembrou o dia 9 de julho de 1980, exatamente dois anos antes da  fundação da Comunidade. "Naquele dia, em Fortaleza, na Missa de abertura do Congresso Eucarístico Nacional vivi um encontro indescritível: o encontro de um jovem de vinte anos com  o sucessor de Pedro, o nosso inesquecível Beato João Paulo II", disse.
Naquela ocasião, Moysés ofertou sua juventude em favor da evangelização dos jovens que estavam mais distantes da Igreja. "Ali, aos pés de Cristo e ao pé do sucessor de Pedro, eu recebi uma graça que eu não poderia prever, e que ainda hoje é muito maior do que nós. Desse encontro resultou em uma graça, que dois anos depois, em julho de 1982, tornou-se a Comunidade Católica Shalom", descreveu. Falando sobre os Estatutos, o Fundador afirmou que o decreto se tratava do fruto de um caminho cuja fonte bíblica é a narrativa da aparição de Jesus ressuscitado aos Apóstolos situada no Evangelho de João, cap. 20, vers. 19-26.
Na ocasião, Azevedo relembrou as palavras recentes de Bento XVI sobre esta passagem bíblica. "É muito importante o que se vê no Evangelho, isto é, que Jesus, aparece aos Apóstolos reunidos em duas aparições no cenáculo e repete várias vezes a saudação "A paz esteja convosco". Esta saudação tradicional, com o qual deseja-se o shalom, paz, aqui se torna uma coisa nova, torna-se o dom da paz que só Jesus pode dar, porque é o fruto da sua vitória sobre o mal radical", comentou.

noticia Religião

México: Ação da Igreja em defesa das crianças pobres

Cidade do Vaticano, 16 mai (SIR) – Não é mais possível que as crianças morram ou fiquem inválidas por causa da fome. É o que aparece num documento divulgado pela Arquidiocese da Cidade do México, que aponta algumas ações para a aprovação de um acordo nacional a fim de enfrentar este drama.
Para despertar a consciência social diante dos níveis de pobreza e de desigualdade existentes no México, a Igreja católica acaba de publicar do Segundo Relatório nacional “Dolor de la Tierra, Dolor de los pobres. Actuemos ya!” no qual se destaca que “não é tolerável que um quarto dos mexicanos convivam com a fome e a sede, e que as crianças continuem morrendo ou ficando inválidos por causa da fome”. “Como também não é possível – continua o documento – que haja comunidades onde mais de 90% dos moradores são pobres.
Não se pode continuar a seguir uma política de desenvolvimento social que não vai além das emergências sem pensar naquilo que é indispensável para o viver cotidiano das pessoas”. A proposta da Arquidiocese é conseguir “um acordo nacional que estabeleça as prioridades para enfrentar a pobreza e a desigualdade, promover a mobilização e a aprovação de acordos em nível comunitário, regional e nacional”. No documento, coordenado da Caritas Mexicana, o responsável pela Comissão episcopal de Pastoral Social, dom Gustavo Rodríguez Vega, bispo de Nuevo Laredo, sublinha que “existem situações que requerem novas atitudes e novas ações por nossa parte, que não podem ser mais adiadas”.

Brasil: Região Norte e a violência sexual contra crianças

NOTICIA DO BRASIL

Diário do Pará – PA / 15-05-2012 - Relatório de denúncias recebidas em 2011 pelo Disque 100 (sistema de denúncias do governo federal) aponta a região Norte como a segunda colocada em número de denúncias de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.
Na semana em que é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes representantes do Ministério Público Estadual (MPE) se reuniram em Belém (PA) para discutir estratégias de combate e evitar esses crimes. De acordo com a diretora-executiva nacional da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude, Soraya Escorel, a realidade é bem uniforme entre todas as regiões e precisam ser pensadas estratégias de combate à esse tipo de crime. “O grande desafio é o silêncio que ainda impera nas casas”, conclui.

Já, segundo "O Estado do Maranhão" (MA / 15-05-2012), Imperatriz enfrenta o desafio do abuso e exploração sexual infantil.
Começou ontem dia 14, em Imperatriz (MA), a Semana de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra a Criança e o Adolescente promovida pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), em parceria com conselhos tutelares, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação e Vara da Infância e Juventude.
O evento contará com uma audiência pública na Câmara Municipal, palestras e encerrará com um ato público em praça da cidade. Para o coordenador do Creas, Ariston de França, a semana é o momento máximo do combate à violência contra a criança e o adolescente.
“Queremos conscientizar toda a comunidade em relação aos direitos da criança e do adolescente, além de prevenir as situações de abuso e orientar as pessoas a denunciar nessas situações”, afirma.

segunda-feira, maio 14, 2012

Canadá: Marcha Nacional pela vida


Ottawa, 14 mai (SIR) – Mais de 10 mil pessoas participaram nesse sábado na Marcha pela Vida que aconteceu em Ottawa, no Canadá.
Presentes também muitos bispos, entre os quais o arcebispo de Quebec, dom Gérald Cyprien Lacroix. Celebrando a missa, na parte da manhã, dom Lacroix destacou a importância da relação entre a misericórdia e o diálogo: “Pode-se progredir no diálogo – afirmou o prelado – não só levando adiante o respeito pela vida, mas também a misericórdia, porque é nela que se encontra a paz do coração e a abertura á beleza e à grandeza da vida”.
A marcha foi organizada pela ONG católica pela Vida e a Família (Ocvf) que para esta ocasião publicou, em seu site web, um texto de reflexão dedicado ao ponto de vista católico sobre a questão do aborto. Na apresentação do texto, a ONG pede assumir “uma postura clara, honesta e pastoral, segundo os ensinamentos da Igreja católica, sobre esta questão extremamente difícil”.
Em relação às mulher, a Ocvf escreve: “Nenhuma condenação, mas uma olhar aberto e compassivo sobre o drama das mulheres que se encontram diante de uma gravidez indesejada ou que já foram vítimas de um aborto”. Necessário, portanto, “construir juntos uma sociedade mais humana alicerçada sobre a verdadeira cultura da vida”. Lembre-se que em abril passado, anunciando a realização da Marcha nacional, a Ocvf publicara uma mensagem: no documento, de afirma que “uma criança no seio materno deve ser respeitada como pessoa a partir da concepção”, porque “desde o começo de seu desenvolvimento ela é um ser humano único e absolutamente insubstituível”.
Ainda porque, destacava a Ocvf, “a história demonstrou muitas vezes que se não se respeita o direito à vida do nascituro, mais cedo ou mais tarde também os outros direitos são violados”.

Maurício: Católicos e anglicanos unidos contra o aborto

Port Louis, 14 mai (SIR) – O aborto não é uma solução. Essencial, no entanto, é apoiar as mulheres grávidas que passam por dificuldades: é, em síntese, o que escrevem católicos e anglicanos de Maurício (república do oceano índico ao largo do Madagascar) numa carta aos parlamentares do País.

No último 04 de maio, de fato, o governo local anunciou a decisão de apresentar um projeto de lei que autorizaria o aborto nalguns casos específicos: quando a gravidez causa risco de vida para a mulher ou consequências graves e permanentes para sua saúde física ou mental; no caso de má-formação do feto; se a mulher fica grávida após estupro, ou se tem menos de 16 anos ou, ainda, em caso de incesto. Na carta conjunta, o bispo católico de Port Louis, dom Maurice Piat, e seu homólogo anglicano, Ian Ernest , afirmam “não querer de modo algum impor um doutrina religiosa, mas sim contribuir ao progresso da sociedade”.
Portanto, ponto por ponto, católicos e anglicanos criticam os parágrafos do projeto de lei: no caso de risco de vida da mulher, escrevem, “o recurso à cesariana é a solução mais indicada”, enquanto as possíveis consequências sobre a saúde da mulher são “risco e não certezas” e “é muito difícil legislar sobre os riscos”. Quando à possível má-formação do feto, a carta sublinha que permitir o aborto neste caso significa “negar a vida a uma pessoa com deficiência física ou mental”. Pelo contrário, “uma criança com deficiência física tem direito a um cuidado maior por parte da sociedade, porque também ele tem uma contribuição de sabedoria a oferecer” no mundo.
Em relação, depois, às mulheres que ficam grávidas em circunstâncias difíceis, católicos e anglicanos sublinham que “a vida humana continua sendo sempre uma vida humana, inocente, frágil, da qual todos nós somos responsáveis”. Por isso, “o dever de apoiar as mulheres que se encontram nestas situações, para lhes poder dar a possibilidade de assumirem suas responsabilidades de mães com dignidade”.

Com particular referência ao parágrafo reservado às grávidas com menos de 16 anos, dom Piar e o rev. Ernest afirmam que “permitir o aborto nestes casos seria igual a interromper voluntariamente a gravidez com um método contraceptivo e isto significa banalizar a vida e desumanizar as jovens”. A carta continua lembrando que “a vida começa e deve ser respeitada deste a concepção”, o que implica o máximo rigor contra quem “faz pressão sobre as mulheres para que abortem” e contra “aqueles médicos que buscam, através da prática do aborto, um caminho fácil para enriquecer”.
Como alternativa a este projeto de lei, católicos e anglicanos propõem, no entanto, uma norma “que vise o desenvolvimento humano dos cidadãos”, promovendo, portanto, “uma maior educação à vida afetiva e à sexualidade, vista como linguagem do amor vivido no compromisso do casamento”. Necessárias também “estruturas de solidariedade em favor das mulheres e das jovens em dificuldade” e por isso o Estado é convidado a “apoiar financeiramente os organismos que oferecem apoio e escuta às jovens grávidas em situações complicadas”. Por seu lado, as Igrejas se manifestam “felizes em poder trabalhar juntas com o governo e as ONGs neste setor”.
E ainda: católicos e anglicanos pedem para “simplificar os trâmites de adoção no País para facilitar a acolhida de crianças por casais dispostos a se comprometer na educação de mais filhos não biologicamente seus”. Por fim, a cara termina com o alerta sério: “Ninguém tem o direito sobre a vida humana, mas só uma responsabilidade em relação a ela”. Portanto, acima das divisões políticas, maioria e oposição são convidadas a votar o projeto de lei “de acordo com a própria consciência, uma consciência iluminada pela sabedoria humana”.

domingo, maio 13, 2012

HOMENAGEM AS MÃES

 





                                                                Amor de Mãe


O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra:
doação.
Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.
Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim: Maria.
Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.
Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.
No rosto de uma mulher que assume
a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
O AMOR!!!! 


UM ABRAÇO COM CARINHO E ORAÇÕES A TODAS AS MÃES!
CASA DE APOIO SÃO CAMILO.

HOMENAGEM AS MÃES

Retrato de Mãe

"Uma mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de
Deus, e muito de anjo pela incansável solicitude dos cuidados seus;
uma mulher que, ainda jovem, tem a tranqüila sabedoria de uma anciã e,
na velhice, o admirável vigor da juventude;
se de pouca instrução, desvenda com intuição inexplicável
os segredos da vida e, se muito instruída age
com a simplicidade de menina;
uma mulher que sendo pobre,
tem como recompensa a felicidade dos que ama, e quando rica, todos os
seus tesouros daria para não sofrer no coração a dor da ingratidão;
sendo frágil, consegue reagir com a bravura de um leão;
uma mulher que, enquanto viva, não lhe damos o devido valor,
porque ao seu lado todas as dores são esquecidas; entretanto
quando morta, daríamos tudo o que somos e tudo o que temos para vê-la de
novo ao menos por um só momento, receber dela um só abraço,
e ouvir de seus lábios uma só palavra.
Dessa mulher não me exijas o nome, se não quiseres
que turve de lágrimas esta lembrança,
porque... já a vi passar em meu caminho.
Quando teus filhos já estiverem crescidos, lê para eles estas palavras.
E, enquanto eles cobrem a tua face de beijos, conta-lhes que um humilde
peregrino, em paga da hospedagem recebida, deixou aqui para todos o
esboço do retrato de sua própria mãe."



COM CARINHO E AFETO MEU ABRAÇO E ORAÇÕES A MINHA AMADA MAMÃE, MINHA AMADA MADRINHA E A TODAS AS MÃES DO MUNDO INTEIRO.
Ir. ANGELA INÊS CASTRO DE AGUIAR.