— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1“O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes.
3As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide a seu encontro!’ 7Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’.
9As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. 10Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ 12Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’ 13Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
sexta-feira, agosto 31, 2012
O BANQUETE DO AMOR QUE ESPERA E ALIMENTA NOSSA ESPERANÇA
Irmãos e irmãs, ou melhor, como a alegoria das núpcias de Cristo com a Sua Igreja-Esposa (Mt 25, 1-13) sugere: Caras “companheiras” da Esposa!
Na parábola das dez virgens, ou damas de honra, estamos todos incluídos, pois o Senhor não exclui ninguém da participação de Seu Reino. No entanto, a graça reclama condutas que podem ser comparadas às expectativas da “noiva” (esposa) durante o ritual judaico do matrimônio. É isto que Jesus fez e faz! Ele usa desta parábola para falar do nosso relacionamento com o Esposo que, em breve, virá e não quer ninguém de fora do banquete eterno.
Segundo o costume judaico, a festa acontecia no final da tarde e era incluída uma procissão até o lugar do festim. Aquele momento de partilha e alegria era realizado na casa do noivo (cf. Mt 22, 1-14), mas também podia acontecer na casa da noiva, para onde a procissão deveria seguir. A parábola das dez virgens parece se encaixar neste segundo caso.
Uma outra característica, própria desta celebração, era uma efusiva manifestação da beleza e alegria que permeava estes acontecimentos, encontrando o seu ápice de manifestação material quando era um casamento real. Assim confirma o salmista: «Entra com todo esplendor a filha do rei, tecido de ouro é seu vestido; é apresentada ao rei com preciosos bordados, com ela as damas de honra a ti são conduzidas; guiadas em alegria e exultação entram juntas no palácio real» (Sl 45, 14-16).
Ainda que todo este esplendor não fosse possível para todos, sem dúvida, o essencial do júbilo não devia faltar, principalmente às convidadas da noiva para compor a procissão. Aí, irmãos e irmãs, nos encontramos, mais uma vez, todos nós! Pelos méritos de Cristo – o Rei e Esposo da Igreja -, somos participantes do novo povo de Deus, membros da Igreja e amados pelo Senhor, o qual é exemplo de entrega, inclusive no tocante à missão dos maridos:
«Maridos, amai as vossas mulheres como Cristo também amou a Igreja e se entregou por ela, a fim de santificar pela palavra aquela que Ele purifica pelo banho da água. Pois Ele quis apresentá-la a si mesmo toda bela, sem mancha nem ruga ou qualquer reparo, mas santa e sem defeito» (Ef 5, 25-27).
Voltando à parábola das companheiras prudentes e das descuidadas, percebe-se que a utilização de lâmpadas era um acessório também costumeiro naquele tipo de ritual. Portanto, todas já estavam devidamente avisadas. O que não significava que todas se encontravam preparadas.
Neste sentido, Nosso Senhor e Esposo da Igreja não deixa, pelo Evangelho, a humanidade orientada quanto a Sua segunda vinda? Fazendo parte do mesmo «Sermão Escatológico», registrado no Evangelho de Mateus, pode-se ler e ouvir: «Ficai certos: se o dono de casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós, ficais preparados! Pois na hora em que menos pensais, virá o Filho do Homem» (Mt 24, 43-44). Então, o que estamos esperando para compormos, com alegria e esperança, o grupo das pessoas cuidadosas para com as promessas de Deus?
A Igreja de Cristo é a esposa real que espera e clama, sem cessar, por este encontro definitivo; e ela não está sozinha: «O Espírito e a Esposa dizem: “Vem”! Aquele que ouve também diga: “Vem”! Quem tem sede, venha e quem quiser, receba, de graça, a água vivificante» (Ap 22,17). Por isso, para «sentirmos com a Igreja» e correspondermos às escolhas de Deus, precisamos desta «água vivificante» sobre nós, qual um despertador da sonolência provocada pela imprudência e todos os outros tipos de pecado.
Vinde, Espírito Santo, e nos desperte a uma esperança ativa e previdente, capaz de possuir um testemunho, no mínimo, suficiente para sermos salvos pela Misericórdia Divina e sinais deste amor neste mundo! Obrigado, Senhor, por nos revelar que agora é o tempo da esperança. É tempo do amor! É tempo de conhecer o Esposo e a Esposa.
É tempo do óleo do testemunho! Pois, se para as privilegiadas companheiras da parábola não houve mais tempo suficiente nem tampouco desculpas fiáveis quando o noivo se manifestou, por que não haveríamos de ouvir aquelas temíveis palavras: «Em verdade vos digo: não vos conheço!» (Mt 25, 12)?
Sendo assim, sem medo, mais cheios de esperança e prudência, ouçamos a Palavra d’Aquele que veio para nos salvar e nos acolher no banquete escatológico. Se não fosse assim, Ele não insistiria tanto em dispor, ainda no tempo, estas e outras Palavras de vida eterna, verdadeiro alimento de esperança, servido, principalmente, na Mesa da Palavra: «Portanto, vigiai, pois não sabeis o dia nem a hora» (Mt 25, 12).
Padre Fernando Santamaria
Comunidade Canção Nova
quarta-feira, agosto 29, 2012
A IGREJA CELEBRA HOJE O MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA
Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista...De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar." (Mt 11,11-14)
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: "Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: "Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!
O HERÓICO EXEMPLO DE JOÃO BATISTA
Hoje, dia 29 de agosto, a tradição cristã recorda o martírio de São João Batista, “o maior entre os nascidos de mulher”, segundo o elogio do próprio Messias. Ele prestou a Deus o testemunho supremo do sangue, imolando a sua existência pela verdade e a justiça. Com efeito, foi decapitado por ordem de Herodes, a quem tinha ousado dizer que não era lícito casar com a mulher do seu irmão, como acabamos de ler no Evangelho de hoje.
Falando da morte de João Batista, o Papa João Paulo II diz, na Carta Encíclica “Veritatis Splendor” (cf. n. 91), que o martírio constitui um sinal preclaro da santidade da Igreja. Efetivamente, ele “representa o ponto mais alto do testemunho a favor da verdade moral”. Se são relativamente poucas as pessoas chamadas ao sacrifício supremo, há, porém, um testemunho coerente que todos os cristãos devem estar prontos a dar em cada dia, mesmo à custa de sofrimentos e de graves sacrifícios.
Assim você, meu irmão, não pode nem deve fugir. Desde o início do Cristianismo, percebemos três elementos quase sempre unidos: testemunho, profecia e doação da própria vida. É verdadeiramente necessário um compromisso com estas três vias – por vezes heroicas - para não ceder até mesmo na vida cotidiana: em casa com o marido, com os filhos, colegas do trabalho, com os familiares de perto ou de longe. É necessário saber que as dificuldades nos levam ao compromisso de viver, na totalidade, o Evangelho.
O heroico exemplo de São João Batista nos deve fazer pensar nos mártires da fé que, ao longo dos séculos, seguiram corajosamente as suas pegadas. De modo especial, voltemos à mente os numerosos cristãos que, no mundo inteiro, foram vítimas do ódio e da perseguição religiosa. Mesmo hoje, n’algumas partes do mundo, os fiéis continuam a serem submetidos a duras provações em virtude da sua adesão a Cristo e à Sua Igreja.
Os impérios opressores que existiram na história continuaram deixando seus mártires. Seus projetos elitistas e imperialistas fizeram com que seus chefes continuassem a se embriagar com o sangue dos mártires.
Portanto, o martírio não deve ser buscado por ninguém. Em última palavra, é uma graça de Deus. Mas dele não se deve fugir, se é necessário dar o testemunho e para defender a vida do povo. Jesus também nos ensina que não devemos ter medo daqueles que matam o corpo. Por isso, dar a vida é a melhor forma de amor, a exemplo de Jesus que nos amou até o extremo. O máximo do amor é dar a vida pelos seus. Deste modo, a vida não é tirada, mas é dada livremente.
Foi isso que fez São João Batista em meio à crueldade que ameaçava a fidelidade conjugal: lutou e sendo testemunha – e testemunho fiel – derramou o seu sangue, pagando com a própria vida.
Ontem como hoje, o banquete dos criminosos continua sendo regado a sangue, como foi o de Herodes, como nós ouvimos no Evangelho de hoje. Por isso, lembrar a morte de João Batista é não deixar morrer sua história, é recordar o seu testemunho, sua profecia e sua coragem. É lembrar que, se preciso for, todos devemos estar dispostos a “lavar as nossas vestes e as branquear no sangue do Cordeiro” (Ap 7,14).
Padre Bantu Mendonça
29 de Agosto de 2012 - MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA
Quarta-Feira, 29 de Agosto de 2012
Martírio de São João Batista
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia.
20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”.
24Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João.
O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia.
20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”.
24Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João.
O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA LAUDES
introdução
V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.R.
Socorrei-me sem demora. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia. Hino
Logo ao nasceres não trazes mancha,
João Batista, severo asceta,
mártir potente, do ermo amigo,
grande Profeta.
De trinta frutos uns se coroam.
A fronte de outros o dobro cinge;
Tua coroa, dando três voltas,
os cem atinge.
Assim cingido de tanto mérito,
retira as pedras do nosso peito,
torto caminho, chão de alto e baixo,
torna direito.
Faze que um dia, purificados,
vindo a visita do Redentor,
possa em noss’alma, que preparaste,
seus passos pôr.
A vós, Deus Único, o céu celebra,
Trino em pessoas canta também.
Mas nós na terra, impuros, pedimos
perdão. Amém. Salmodia
Ant. 1 O Senhor estendeu sua mão
e tocou minha boca e meus lábios;
fez de mim o profeta dos povos. Salmo 62 (63), 2-9.
Sede de Deus
Vigia diante de Deus, quem rejeita as obras das trevas (cf. 1Ts 5,5)
Vigia diante de Deus, quem rejeita as obras das trevas (cf. 1Ts 5,5)
— 2Sois vós, ó Senhor, o meu Deus!*
Desde a aurora ansioso vos busco!
= A minh'alma tem sede de vós,+
minha carne também vos deseja,*
como terra sedenta e sem água! — 3Venho, assim, contemplar-vos no templo,*
para ver vossa glória e poder.
— 4Vosso amor vale mais do que a vida:*
e por isso meus lábios vos louvam. — 5Quero, pois, vos louvar pela vida,*
e elevar para vós minhas mãos!
— 6A minh'alma será saciada,*
como em grande banquete de festa;
— cantará a alegria em meus lábios,*
ao cantar para vós meu louvor!
- 7Penso em vós no meu leito, de noite,*
nas vigílias suspiro por vós!
— 8Para mim fostes sempre um socorro;*
de vossas asas à sombra eu exulto!
— 9Minha alma se agarra em vós;*
com poder vossa mão me sustenta. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. O Senhor estendeu sua mão
e tocou minha boca e meus lábios;
fez de mim o profeta dos povos. Ant. 2 Herodes tinha medo de João
e o guardava sob a sua proteção,
pois sabia que ele era justo e santo. No cânticos que se segue o refrão entre parênteses é opcional. Cântico Dn 3,57-88.56
Louvor das criaturas ao Senhor
Louvai o nosso Deus, todos os seus servos (Ap 19,5)
Desde a aurora ansioso vos busco!
= A minh'alma tem sede de vós,+
minha carne também vos deseja,*
como terra sedenta e sem água! — 3Venho, assim, contemplar-vos no templo,*
para ver vossa glória e poder.
— 4Vosso amor vale mais do que a vida:*
e por isso meus lábios vos louvam. — 5Quero, pois, vos louvar pela vida,*
e elevar para vós minhas mãos!
— 6A minh'alma será saciada,*
como em grande banquete de festa;
— cantará a alegria em meus lábios,*
ao cantar para vós meu louvor!
- 7Penso em vós no meu leito, de noite,*
nas vigílias suspiro por vós!
— 8Para mim fostes sempre um socorro;*
de vossas asas à sombra eu exulto!
— 9Minha alma se agarra em vós;*
com poder vossa mão me sustenta. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. O Senhor estendeu sua mão
e tocou minha boca e meus lábios;
fez de mim o profeta dos povos. Ant. 2 Herodes tinha medo de João
e o guardava sob a sua proteção,
pois sabia que ele era justo e santo. No cânticos que se segue o refrão entre parênteses é opcional. Cântico Dn 3,57-88.56
Louvor das criaturas ao Senhor
Louvai o nosso Deus, todos os seus servos (Ap 19,5)
- 57Obras do Senhor, bendizei o
Senhor,*
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
- 58Céus, bendizei o Senhor!
59Anjos do Senhor, bendizei o Senhor!
(R. Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
Ou
R. A ele glória e louvor eternamente)
- 60Águas do alto céu, bendizei o Senhor!*
61Potências do Senhor, bendizei o Senhor!
- 62Lua e sol, bendizei o Senhor!*
63Astros e estrelas bendizei o Senhor!
(R.)
- 64Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor!*
65Brisas e ventos, bendizei o Senhor!
- 66Fogo e calor, bendizei o Senhor!*
67Frio e ardor, bendizei o Senhor!
(R.)
- 68Orvalhos e garoas, bendizei o Senhor!*
69Geada e frio, bendizei o Senhor!
- 70Gelos e neves, bendizei o Senhor!*
71Noites e dias, bendizei o Senhor!
(R.)
- 72Luzes e trevas, bendizei o Senhor!*
73Raios e nuvens, bendizei o Senhor!
-74Ilhas e terra, bendizei ao Senhor!*
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
(R.)
- 75Montes e colinas, bendizei o Senhor!*
76Plantas da terra, bendizei o Senhor!
- 77Mares e rios, bendizei o Senhor!*
78Fontes e nascentes, bendizei o Senhor!
(R.)
- 79Baleias e peixes, bendizei o Senhor!*
80Pássaros do céu, bendizei o Senhor!
- 81Feras e rebanhos, bendizei o Senhor!*
82Filhos dos homens, bendizei o Senhor!
(R.)
- 83Filhos de Israel, bendizei o Senhor!*
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
- 84Sacerdotes do Senhor, bendizei o Senhor!*
85Servos do Senhor, bendizei o Senhor!
(R.)
- 86Almas dos justos, bendizei o Senhor!*
87Santos e humildes, bendizei o Senhor!
- 88Jovens Misael,Ananias e Azarias, *
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
(R.)
- ao Pai e ao Filho e ao espírito Santo*
louvemos e exaltemos pelos séculos sem fim!
- 56Bendito sois, Senhor, no firmamento dos céus!*
Sois digno de louvor e de glória eternamente!
(R.)
No fim deste cântico não se diz Glória ao Pai
Ant. Herodes tinha medo de João
e o guardava sob a sua proteção,
pois sabia que ele era justo e santo. Ant. 3 Herodes gostava de ouvir João Batista,
e em muito seguia o que ele dizia. Salmo 149
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
- 58Céus, bendizei o Senhor!
59Anjos do Senhor, bendizei o Senhor!
(R. Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
Ou
R. A ele glória e louvor eternamente)
- 60Águas do alto céu, bendizei o Senhor!*
61Potências do Senhor, bendizei o Senhor!
- 62Lua e sol, bendizei o Senhor!*
63Astros e estrelas bendizei o Senhor!
(R.)
- 64Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor!*
65Brisas e ventos, bendizei o Senhor!
- 66Fogo e calor, bendizei o Senhor!*
67Frio e ardor, bendizei o Senhor!
(R.)
- 68Orvalhos e garoas, bendizei o Senhor!*
69Geada e frio, bendizei o Senhor!
- 70Gelos e neves, bendizei o Senhor!*
71Noites e dias, bendizei o Senhor!
(R.)
- 72Luzes e trevas, bendizei o Senhor!*
73Raios e nuvens, bendizei o Senhor!
-74Ilhas e terra, bendizei ao Senhor!*
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
(R.)
- 75Montes e colinas, bendizei o Senhor!*
76Plantas da terra, bendizei o Senhor!
- 77Mares e rios, bendizei o Senhor!*
78Fontes e nascentes, bendizei o Senhor!
(R.)
- 79Baleias e peixes, bendizei o Senhor!*
80Pássaros do céu, bendizei o Senhor!
- 81Feras e rebanhos, bendizei o Senhor!*
82Filhos dos homens, bendizei o Senhor!
(R.)
- 83Filhos de Israel, bendizei o Senhor!*
Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
- 84Sacerdotes do Senhor, bendizei o Senhor!*
85Servos do Senhor, bendizei o Senhor!
(R.)
- 86Almas dos justos, bendizei o Senhor!*
87Santos e humildes, bendizei o Senhor!
- 88Jovens Misael,Ananias e Azarias, *
louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
(R.)
- ao Pai e ao Filho e ao espírito Santo*
louvemos e exaltemos pelos séculos sem fim!
- 56Bendito sois, Senhor, no firmamento dos céus!*
Sois digno de louvor e de glória eternamente!
(R.)
No fim deste cântico não se diz Glória ao Pai
Ant. Herodes tinha medo de João
e o guardava sob a sua proteção,
pois sabia que ele era justo e santo. Ant. 3 Herodes gostava de ouvir João Batista,
e em muito seguia o que ele dizia. Salmo 149
A alegria e o louvor dos santos
Os filhos da Igreja, novo povo de Deus, se alegrem no seu Rei Cristo Jesus (Hesíquio)
Os filhos da Igreja, novo povo de Deus, se alegrem no seu Rei Cristo Jesus (Hesíquio)
— 1Cantai ao Senhor Deus um canto
novo,*
e o seu louvor na assembléia dos fiéis!
— 2Alegre-se Israel em quem o fez,*
e Sião se rejubile no seu Rei!
— 3Com danças glorifiquem o seu nome,*
toquem harpa e tambor em sua honra! — 4Porque, de fato, o Senhor ama seu povo*
e coroa com vitória os seus humildes.
— 5Exultem os fiéis por sua glória,*
e cantando se levantem de seus leitos,
— 6com louvores do Senhor em sua boca*
e espadas de dois gumes em sua mão, — 7para exercer sua vingança entre as nações,*
e infligir o seu castigo entre os povos,
— 8colocando nas algemas os seus reis,*
e seus nobres entre ferros e correntes,
— 9para aplicar-lhes a sentença já escrita:*
Eis a glória para todos os seus santos.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. Herodes gostava de ouvir João Batista,
e em muito seguia o que ele dizia.
e o seu louvor na assembléia dos fiéis!
— 2Alegre-se Israel em quem o fez,*
e Sião se rejubile no seu Rei!
— 3Com danças glorifiquem o seu nome,*
toquem harpa e tambor em sua honra! — 4Porque, de fato, o Senhor ama seu povo*
e coroa com vitória os seus humildes.
— 5Exultem os fiéis por sua glória,*
e cantando se levantem de seus leitos,
— 6com louvores do Senhor em sua boca*
e espadas de dois gumes em sua mão, — 7para exercer sua vingança entre as nações,*
e infligir o seu castigo entre os povos,
— 8colocando nas algemas os seus reis,*
e seus nobres entre ferros e correntes,
— 9para aplicar-lhes a sentença já escrita:*
Eis a glória para todos os seus santos.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. Herodes gostava de ouvir João Batista,
e em muito seguia o que ele dizia.
Leitura
breve Is 49,1b-2 O Senhor chamou-me antes de eu nascer, desde o
ventre de minha mãe ele tinha na mente o
meu nome; fez de minha palavra uma espada afiada, protegeu-me à sombra de sua mão e fez de
mim uma flecha aguçada, escondida em sua aljava.
Responsório breve
R. Enviastes mensageiros a João,
* E ele deu testemunho da verdade. R. Enviastes.
V. Foi um facho que arde e ilumina. * E ele deu.
Glória ao Pai. R. Enviastes.
meu nome; fez de minha palavra uma espada afiada, protegeu-me à sombra de sua mão e fez de
mim uma flecha aguçada, escondida em sua aljava.
Responsório breve
R. Enviastes mensageiros a João,
* E ele deu testemunho da verdade. R. Enviastes.
V. Foi um facho que arde e ilumina. * E ele deu.
Glória ao Pai. R. Enviastes.
CÂNTICO
EVANGÉLICO(BENEDICTUS) Lc 1,68-79
Ant. O amigo do Esposo, que espera para ouvi-lo,
é tomado de alegria ao ouvir a voz do Esposo:
eis a minha alegria, alegria sem limites.
é tomado de alegria ao ouvir a voz do Esposo:
eis a minha alegria, alegria sem limites.
O Messias e seu
Precursor
–68 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
porque a seu povo visitou e libertou;
–69 e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor,
–70 como falara pela boca de seus santos, *
os profetas desde os tempos mais antigos,
–71 para salvar-nos do poder dos inimigos *
e da mão de todos quantos nos odeiam.
–72 Assim mostrou misericórdia a nossos pais, *
recordando a sua santa Aliança
–73 e o juramento a Abraão, o nosso pai, *
de conceder-nos 74 que, libertos do inimigo,
= a ele nós sirvamos sem temor † 75 em santidade e em justiça diante dele, *
enquanto perdurarem nossos dias.
=76 Serás profeta do Altíssimo, ó menino, †
pois irás andando à frente do Senhor *
para aplainar e preparar os seus caminhos,
–77 anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados;
–78 pela bondade e compaixão de nosso Deus, *
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,
–79 para iluminar a quantos jazem entre as trevas *
= e na sombra da morte estão sentados
e para dirigir os nossos passos, *
guiando-os no caminho da paz.
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
–68 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
porque a seu povo visitou e libertou;
–69 e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor,
–70 como falara pela boca de seus santos, *
os profetas desde os tempos mais antigos,
–71 para salvar-nos do poder dos inimigos *
e da mão de todos quantos nos odeiam.
–72 Assim mostrou misericórdia a nossos pais, *
recordando a sua santa Aliança
–73 e o juramento a Abraão, o nosso pai, *
de conceder-nos 74 que, libertos do inimigo,
= a ele nós sirvamos sem temor † 75 em santidade e em justiça diante dele, *
enquanto perdurarem nossos dias.
=76 Serás profeta do Altíssimo, ó menino, †
pois irás andando à frente do Senhor *
para aplainar e preparar os seus caminhos,
–77 anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados;
–78 pela bondade e compaixão de nosso Deus, *
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,
–79 para iluminar a quantos jazem entre as trevas *
= e na sombra da morte estão sentados
e para dirigir os nossos passos, *
guiando-os no caminho da paz.
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. O amigo do Esposo, que espera para ouvi-lo,
é tomado de alegria ao ouvir a voz do Esposo:
eis a minha alegria, alegria sem limites.
é tomado de alegria ao ouvir a voz do Esposo:
eis a minha alegria, alegria sem limites.
Preces
Invoquemos a Cristo, que enviou João Batista como precursor, para preparar os seus caminhos;
e digamos com toda confiança:
R. Cristo, sol nascente, iluminai os nossos caminhos!
Vós fizestes João Batista exultar de alegria no seio de Isabel;
– fazei que sempre nos alegremos com a vossa vinda a este mundo. R.
Vós nos indicastes o caminho da penitência pela palavra e pela vida de João Batista;
– convertei os nossos corações aos mandamentos do vosso reino. R.
Vós quisestes ser anunciado pela voz de um homem;
– enviai pelo mundo inteiro mensageiros do vosso evangelho. R.
Vós quisestes ser batizado por João no rio Jordão, para que se cumprisse toda a justiça;
– fazei-nos trabalhar com empenho para estabelecer a justiça do vosso reino. R.
Invoquemos a Cristo, que enviou João Batista como precursor, para preparar os seus caminhos;
e digamos com toda confiança:
R. Cristo, sol nascente, iluminai os nossos caminhos!
Vós fizestes João Batista exultar de alegria no seio de Isabel;
– fazei que sempre nos alegremos com a vossa vinda a este mundo. R.
Vós nos indicastes o caminho da penitência pela palavra e pela vida de João Batista;
– convertei os nossos corações aos mandamentos do vosso reino. R.
Vós quisestes ser anunciado pela voz de um homem;
– enviai pelo mundo inteiro mensageiros do vosso evangelho. R.
Vós quisestes ser batizado por João no rio Jordão, para que se cumprisse toda a justiça;
– fazei-nos trabalhar com empenho para estabelecer a justiça do vosso reino. R.
(intenções livres)
Pai nosso.
Oração
Ó Deus, quisestes que São João Batista fosse o precursor do nascimento e da morte do vosso
Filho; como ele tombou na luta pela justiça e a verdade, fazei-nos também lutar corajosamente
para testemunhar a vossa palavra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo.
Oração
Ó Deus, quisestes que São João Batista fosse o precursor do nascimento e da morte do vosso
Filho; como ele tombou na luta pela justiça e a verdade, fazei-nos também lutar corajosamente
para testemunhar a vossa palavra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo.
Conclusão da Hora
O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.
terça-feira, agosto 28, 2012
Santo Agostinho
Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um "empurrão" quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: "Toma e lê", e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:"...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo...não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências".
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de "perder" sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um "empurrão" quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: "Toma e lê", e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:"...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo...não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências".
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de "perder" sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!
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